Inspiração
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Singularidade do ser
Existem pessoas que acham as raparigas magras mais bonitas, outras que acham as raparigas gordinhas mais. Umas que acham que uma ou outra mentira não fazem mal, outras que acham que NUNCA se deve mentir. Há quem goste de se maquilhar, há quem não goste. Há quem goste de passar horas no shopping, enquanto que há quem não suporte shopping. Quem goste de ler, quem odeie ler. Quem goste de ver televisão, quem não goste. Quem goste do sítio onde mora, e quem quer se ver livre dele o mais rápido possível. Quem quer ser adulto e quem não quer. Existem pessoas que são contra o aborto, outras que são contra ou a favor dependendo da situação e outras que são sempre a favor (e, já agora eu sou sempre a favor!).
Afinal, o que é bom e o que é mau? O que é justo e o que é injusto? Bonito ou feio? O que se deve ou não fazer?
Bem, não há bom nem mau, justo ou injusto, bonito ou feio, cada pessoa é única, cada pessoa tem os seus gostos, cada pessoa tem os seus valores éticos. Cada pessoa é ESPECIAL, à sua maneira, mas é especial. E o que tu podes achar um defeito, há quem ache que é uma virtude.
A lição desta reflexão é: Não critiques os outros, não digas que és melhor que os outros, porque cada um é melhor que o outro em determinados aspetos, cada um tem gostos diferentes. E sim, acha-te especial e não mudes porque os outros acham que deves mudar. Muda só se quiseres e quando quiseres!
Mariana Pereira
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
As lembranças vão na mala
Olá, aqui vai o meu primeiro de muitos posts, espero que se identifiquem com o que escrevo. Beijinhos.
As vezes sinto-me tão perdida… dou por mim a pensar naquela pessoa que sinto falta…aquela que me fazia sorrir com uma simples mensagem de bom dia que, obviamente, não significava bom dia mas sim um “lembro-me de ti assim que acordo”. Pessoa essa capaz de me encher de alegria, de felicidade, de bondade até para com os outros, de boa disposição mas também a mesma pessoa que tem o poder de me fazer chorar até não poder mais. Numa relação em que tudo é aceite não há amor, ninguém é perfeito e nenhuma relação é perfeita até que ambas as partes se esforçam para chegar aí mesmo: á PERFEIÇÃO. Somos nós que tornamos a relação perfeita…por nós e para nós, ou seja, perfeita para nós e à nossa maneira e quando digo perfeita não significa que aceitemos tudo, todas as atitudes, vindas dele ou de nós significa sim que respeitemos essas atitudes e se tivermos de as perdoar perdoemos então…significa que haja apoio mútuo em qualquer situação…que haja choros e sorrisos em conjunto, resolução de pequenos problemas em conjunto sim “pequenos” porque os grandes problemas quando perto da pessoa que amamos se tornam rapidamente pequeninos e fáceis de resolver. Era assim que me sentia e agora não sei bem explicar o que se passa, algo mudou e eu sinto a tua falta assim como tu sentes a minha, tenho saudades de quando me ligavas tarde e me fazias sair da cama para vir a varanda apenas para poder falar um pouco mais alto…saudades de quando nós cantávamos juntos “…ai se eu te pego…” da forma como rias não de mim mas comigo, da tua sinceridade, das tuas piadas secas que muitas vezes me faziam roncar e ai riamos de novo…da tua voz que me transmitia segurança…de todos os olhares que lançamos um ao outro sem que ninguém percebesse e do sentido que davas à palavra: AMO-TE. Se sentes a minha falta porque não mostras como antes…eu sei que fui eu quem deixou isto desta forma…fui eu quem deu entender que isto não ia dar nada mas e agora? Sou humana, erro e volto a errar e necessito perder para dar valor, é assim. Nestes momentos, assim sozinha, é que vejo tudo aquilo que vivemos a passar na minha cabeça como uma curta-metragem e sinto que ainda temos tanto para viver juntos e para mostrar um ao outro…é em dias como este que vejo a falta que me fazes e que me culpo por não ter lutado, por me ter rebaixado e por ligar em demasia àquilo que os outros dizem, sujeitei-me a perder-te por cobardia. Só queria que o tempo voltasse atrás para podermos viver tudo novamente, repetir todos aqueles momentos bons e maus não importa, só queria revive-los porque tu estiveste presente neles. Poder voltar atrás e dizer-te com todo o sentido: EU TE AMO! De verdade.
Ana Gonçalves*
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